O planalto imenso, a perder de vista… O solo coberto de erva alta, doirada neste meio de Outono. Ao fundo manchas de árvores num balanço do doirado ao castanho, muitas já com os ramos nus anunciando a invernia que se aproxima. No etéreo, o zangarreio de centenas de grilos e o vento, omnipresente que afaga o rosto, por vezes com força.
Serenamente os bisontes pastam, em manadas supervisionadas pelo macho dominante, enquanto os novilhos se aproximam um pouco mais, curiosos dos humanos que os observam para além da cerca.
No meio do parque "Tallgrass Prairie Preserve", no norte do estado de Oklahoma, a escassas 8 milhas e meia do vizinho Kansas, não é difícil imaginar aqueles outros tempos em que as pradarias cobriam 142 milhões de acres, desde o Canadá ao Golfo do México. Hoje apenas subsiste 10 por cento desta área…
Não é difícil imaginar um tempo em que os índios Osage percorriam as pradarias, caçando os bisontes, enquanto que as mulheres e crianças recolhiam plantas, sementes e raízes. Depois, aumentou a população ameríndia com a migração forçada das 39 nações índias de todos os Estados Unidos e, de seguida, a corrida do homem branco. E com ele um dos maiores desastres ecológicos: a caçada desenfreada dos bisontes, para se aproveitar apenas a língua sendo deixadas a apodrecer o resto da carcaça, e que levou à quase extinção deste animal. Na reserva subsistem cerca de 2.700 destes animais.
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