quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Há comboios e comboios...






Na história dos EUA o comboio foi, no Séc. XIX, a grande máquina impulsionadora da expansão continental, da costa para o interior, sendo o seu expoente máximo o sonho de ligar a Costa Este à Costa Oeste (o que aconteceu em 1869).
Mais cómodo, rápido e seguro que as velhas diligências, foi o meio de transporte por excelência até ao período do pós 2ª Grande Guerra Mundial.
Depois, particularmente nos anos 50 e 60, o transporte ferroviário de passageiros entrou em declínio, que levou ao encerramento de inúmeras pequenas linhas (que hoje consideraríamos de suburbanas) e a supressão ou drástica diminuição da oferta do serviço de passageiros, nas linhas de longo curso. E foi  apogeu do rei automóvel e da rainha aviação…

Se bem que em decadência, no que respeita ao transporte de passageiros, subsistiu o transporte mercantil, onde uma malha de grandes linhas une os principais portos e cidades, ao longo de todo o território. Impressiona ver as enormes composições ferroviárias de mercadorias, algumas com centenas de vagões, que percorrem o país de lés-a-lés.
Todavia, não morreu a mística dos velhos comboios e, além do modelismo ferroviário, aqui e ali resistem memórias, revivalismo de um tempo de inocência.
Há comboios e comboios...

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